YPF Brasil fará transmissão ao vivo sobre o mercado de lubrificantes

Empresa apresentará novidades do setor e esclarecerá dúvidas sobre lubrificantes nesta quinta-feira (2/4)

 

A YPF Brasil fará uma transmissão ao vivo nesta quinta-feira (02/04), às 15 horas, para abordar novidades e dúvidas sobre o mercado de lubrificantes, levando informações àqueles profissionais que estão em home office devido às medidas de prevenção à Covid-19.

Segundo a empresa, são ao todo seis transmissões planejadas para o período de isolamento social, realizadas no Facebook da YPF Brasil. Entre os temas que serão abordados estão: as diferenças entre os tipos de lubrificantes, especificação, dúvidas de produtos YPF, mitos e quando devemos trocar o óleo.

Para participar acesse: https://www.facebook.com/ypflubrificantes/.

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Decreto autoriza funcionamento de oficinas e lojas de autopeças em Teresina/PI

Empresas poderão funcionar normalmente no município durante o período de quarentena

 

A Prefeitura de Teresina, no Piauí, publicou um novo decreto que autoriza o funcionamento de oficinas mecânicas e lojas de autopeças na cidade durante o período de quarentena em função da prevenção à Covid-19.

De acordo com o texto, enquanto durar o “estado de calamidade pública”, o município permitirá o funcionamento de “oficinas mecânicas para prestação de serviços e atividades essenciais, borracharias e lojas de venda de peças para veículos”.

Se você quer saber as regras nas demais regiões brasileiras, confira a reportagem exclusiva da Revista O Mecânico.

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ZF fornece transmissão automática ZF EcoLife para ônibus da Mercedes-Benz, Scania e MAN

Transmissão ZF Ecolife

Segundo a empresa, é a maior venda de ZF EcoLife feita em 2019 para o mercado sul-americano, incluindo Brasil e Colômbia

A ZF América do Sul anuncia que fornecerá 1.275 transmissões automáticas ZF EcoLife para o Sistema Integrado de Transportes de Bogotá, na Colômbia, além de 435 transmissões automáticas para o mercado brasileiro, distribuídas em contratos com grupos de transporte coletivo.

Segundo a empresa, esta foi a maior venda realizada em 2019 para o mercado sul-americano. “Os veículos farão o transporte público em ruas e avenidas atendidas pelo Sistema de Transporte Integrado da cidade [em Bogotá]”, afirma Silvio Furtado, diretor executivo de vendas para veículos comerciais e industriais da ZF América do Sul.

Além da ZF EcoLife, os novos ônibus em Bogotá são equipados com outros componentes da ZF, como terminais, hastes de reação, barra estabilizadora, braço de direção e amortecedores. Os novos veículos estão programados para entrar em operação ainda este ano.

Fornecimento para São Paulo e Curitiba

A transmissão automática ZF EcoLife também equipará mais 259 novos ônibus de dois grandes grupos em operação na cidade de São Paulo/SP, além de 69 transmissões destinadas a equipar novos ônibus em Curitiba/PR.

A ZF destaca que, em conjunto com o seu software exclusivo, a transmissão automática ZF EcoLife trabalha com uma distribuição de marchas de seis velocidades que leva a um regime de torque mais econômico para o motor. Dessa forma, permite uma economia de combustível de 3 a 6%, dependendo da aplicação.

Outra vantagem é o sistema retardador primário mais eficiente em velocidades baixas, característica do transporte urbano, e por isso entrega uma redução sensível no desgaste dos freios, gerando consequentemente mais economia em peças e manutenção.

As transmissões ZF EcoLife são produzidas atualmente em Friedrichshafen, na Alemanha. Desde 2007, já foram produzidas mais 195 mil transmissões automáticas ZF EcoLife em todo o mundo. No Brasil, ela equipa diferentes modelos de ônibus de diversas marcas, em operação em 30 cidades.

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Blitz da Lei Seca RJ 2020: o Que Mudou na Lei e Como Evitar Multa

A blitz da Lei Seca RJ é uma das operações de fiscalização mais importantes do estado, pois contribui para a diminuição de casos de acidentes causados por motoristas embriagados. As penalidades aplicáveis a quem dirigir sob o efeito de álcool são severas, podendo incluir até mesmo a prisão. Porém, em caso de multa e suspensão da CNH, o condutor pode recorrer em esfera administrativa. Esse é um direito constitucional, que pode evitar que o motorista fique impossibilitado de dirigir. Para saber como recorrer da multa da Lei Seca no Rio de Janeiro, leia este artigo até o final.

Você sabe como agir se for parado na blitz da Lei Seca RJ em 2020?

Beber e dirigir nunca foi uma boa combinação, e isso não é novidade para ninguém.

Porém, ainda assim, todos os dias, a operação Lei Seca RJ apreende uma quantidade expressiva de motoristas.

Por falar em quantidade expressiva, o Rio de Janeiro é o estado que conta com o maior número de operações policiais com blitz do bafômetro no país.

Portanto, é preciso que os cariocas estejam atentos e pensem bem antes de misturar álcool e direção.

Isso porque dirigir alcoolizado, além de ser extremamente perigoso, gera consequências pesadas para o infrator.

Uma delas é a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por 12 meses.

Então, pensando em esclarecer todas as suas dúvidas sobre a blitz da Lei Seca RJ, elaborei este artigo.

Aqui, você ficará sabendo mais sobre:

  • as modificações na Legislação
  • o Teste do Bafômetro
  • como agir numa blitz da Lei Seca RJ
  • o que é considerado multa e o que é crime de trânsito
  • por que você não é obrigado a soprar o bafômetro
  • como recorrer de multa da Lei Seca RJ

Portanto, acompanhe a leitura e tire todas as suas dúvidas!

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Mas, antes, cabe aqui um alerta: não quero, com este artigo, estimular ou aliviar as consequências para os motoristas que bebem e dirigem.

Meu objetivo é esclarecer assuntos referentes às leis e proporcionar maior entendimento quanto ao assunto, para que tudo isso sirva, principalmente, como um alerta.

Para saber tudo sobre a blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro, leia este artigo até o final.

Boa leitura!

 

Entendendo as Determinações da Lei Seca

Entenda como a legislação foi ficando mais dura em relação à Lei Seca

Muitos motoristas ainda têm dúvidas quanto ao que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) aborda sobre prática de beber e dirigir, normas previstas pela a Lei Nº 11.705/2008, a popular Lei Seca.

As normas em questão já sofreram algumas alterações desde a sua criação, tornando-se mais rigorosas com os motoristas que dirigem depois de ingerir bebida alcoólica.

Porém, com a Lei Nº 12.760/2012, ficou estipulado que qualquer quantia de álcool encontrada no sangue do condutor o sujeita às penalidades previstas no CTB.

Com isso, podemos dizer que, desde 2012, a lei estipula tolerância zero ao consumo de álcool pelos motoristas de veículos automotores.

Essa afirmação pode ser confirmada no art. 276 do CTB, que foi alterado pela lei anteriormente mencionada.

As consequências para quem for flagrado dirigindo embriagado, ou sob o efeito de outras substâncias psicoativas, são apresentadas no art. 165 do Código de Trânsito.

O artigo em questão classifica o ato de dirigir sob o efeito de álcool ou outras substâncias psicoativas como infração gravíssima.

Isso significa que a multa aplicada a quem for enquadrado nesse tipo de infração custa, inicialmente, R$ 293,47.

No caso da multa aplicada a quem for pego na blitz da Lei Seca RJ, e nos demais estados do Brasil, é prevista a multiplicação por 10.

Ou seja, a multa da Lei Seca gera uma dívida de R$ 2.934,70.

Além disso, há o agravante da suspensão do direito de dirigir por 12 meses, o que pode causar muitos transtornos ao motorista.

A maior rigidez que a Lei Seca foi assumindo com o passar do tempo rendeu ao trânsito mais segurança.

Desde sua implementação, em 2008, a Lei Seca já propiciou uma considerável redução no número de mortes por acidentes de trânsito no Brasil.

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A aplicação Lei Seca no Rio de Janeiro, como mencionei no início do artigo, é a que provoca maior número de autuações e prisões no Brasil.

Talvez um dos motivos para esse índice seja a soma dos fatores: o estado cuja capital recebe o maior número de turistas do país e a fama de cidade boêmia.

Seja como for, esse índice certamente não é motivo de orgulho para os cariocas e demais brasileiros.

Por isso, é muito importante estar por dentro da lei e saber seus limites e possibilidades legais de agir perante uma situação de blitz, por exemplo.

Tomar as atitudes corretas pode evitar que você tenha problemas maiores caso seja autuado em uma blitz e convidado a realizar o teste do bafômetro.

Portanto, saber como se comportar em uma blitz da Lei Seca é fundamental.

As dúvidas já começam a surgir quanto à questão de soprar ou não o bafômetro.

Muitos condutores ficam em dúvida em relação a qual atitude tomar nessa situação.

Já adianto que esse é um ponto delicado e polêmico da Lei Seca, que merece ser discutido.

Por isso, destinei uma seção deste artigo para falar exclusivamente sobre o teste do bafômetro.

Para saber mais, leia a seção a seguir.

 

Teste do bafômetro: Saiba Como Funciona e Entenda Por Que Você Não é Obrigado a Fazer

Descubra se você pode recusar o bafômetro, e saiba quais as consequências dessa decisão

Muito antes de a Lei Seca entrar em vigor no país, já havia penalidades para a infração de dirigir sob o efeito de álcool ou outras substâncias psicoativas.

Porém as alterações pelas quais passou aumentaram sua rigorosidade, assim como o número de operações policiais vigentes.

Em uma blitz da Lei Seca, os agentes responsáveis pela autuação utilizam o bafômetro para comprovar, no ato, se o motorista autuado está ou não dirigindo sob o efeito de álcool.

O bafômetro irá medir o volume alcoólico presente no ar alveolar de quem o sopra e, como já mencionei, nenhuma quantidade de álcool é tolerada.

Quando algum volume de álcool é apontado pelo bafômetro, o teste é repetido. Trata-se da contraprova, em que se espera 15 minutos a partir do primeiro teste para soprar novamente.

Este procedimento tem a finalidade de diminuir as chances de falha do aparelho.

A contraprova pode ser realizada no caso de motorista que ingeriu algum tipo de alimento ou outra substância (que não a bebida) que contenha certo teor alcoólico, por exemplo.

Nesse caso, é possível citar o bombom de licor, os enxaguantes bucais e os medicamentos homeopáticos.

Embora exista determinada quantidade de álcool nesses elementos, ela é baixíssima e não resulta na perda de sentidos do condutor.

Por isso, caso tenha sido autuado na blitz Lei Seca RJ por ter ingerido alguma substância do tipo, peça ao policial para repetir o teste em 15 minutos.

O teor alcoólico acusado no bafômetro já terá diminuído consideravelmente.

Agora que você sabe como funciona o bafômetro, vou explicar as razões pelas quais o condutor não é obrigado a realizar o teste.

O principal motivo dessa negação está presente na Constituição Federal.

Trata-se do princípio “nemo tenetur se detegere”, o direito de não produzir provas contra si mesmo.

Dessa forma, entende-se que o ato de soprar o bafômetro pode gerar provas contra o próprio condutor e, por isso, ele não deve ser obrigado a fazê-lo.

Mas esteja atento à existência do art. 165-A do CTB, gerador das principais polêmicas envolvendo o teste do bafômetro.

Caso o condutor se negue a realizar o teste, será instaurado um processo administrativo com as sanções e medidas administrativas previstas no artigo em questão.

Em relação ao art. 165-A, vale relembrar quais são as consequências sofridas pelo condutor:

  • ele deverá pagar uma multa no valor de R$2.934,70;
  • terá o recolhimento da habilitação e a suspensão do direito de dirigir por 12 meses;
  • terá o veículo retido até a apresentação de um condutor habilitado.

Mas, agora, você pode estar se perguntando: se o condutor autuado em uma blitz sofre as mesmas consequênci as soprando ou não o bafômetro

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, qual a vantagem de não soprar?

A grande diferença em não soprar o bafômetro está nas consequências geradas de acordo com o resultado do exame.

Se o valor acusado no teste atingir ou ultrapassar os 0,3 mg de álcool por litro de ar alveolar, o condutor será enquadrado em crime de trânsito, conforme termos do art. 306 do CTB.

Isso equivale a dizer, também, que é crime de trânsito dirigir com concentração maior ou igual a 6 decigramas de álcool por litro de sangue, conforme a Lei Nº 12.760/2012.

Como consequência, além da multa e suspensão da CNH, o motorista também sofrerá a pena de detenção.

Nessa circunstância, ele pode pegar de 6 meses a 3 anos de prisão.

Recorrer, neste caso, torna-se mais difícil, pois acaba sendo gerado um processo judicial além do processo administrativo.

Portanto, se você, erroneamente, bebeu e foi pego na blitz da Lei Seca RJ, não soprar o bafômetro ainda é a alternativa mais indicada.

Para não acabar tendo problemas com os fiscais de trânsito, é fundamental saber o que fazer quando passar pela blitz da Lei Seca RJ.

Por isso, vou dar algumas dicas, na próxima seção deste artigo, sobre como agir ao ser abordado em uma operação de fiscalização da Lei Seca.

 

Como Agir em Uma Blitz da Lei Seca RJ

Se você já passou pela experiência, e agora está com sua notificação em mãos, não se preocupe, pois logo vou explicar como resolver esse problema.

Além disso, já destaco que as dicas a seguir valem tanto para quem ainda não foi pego na Lei Seca quanto para quem já está com problemas.

Isso porque elas irão ajudá-lo a não ter problemas em possíveis próximas situações em que for parado em uma blitz.

Então, vamos às dicas.

Viu uma Blitz da Lei Seca? Não se desespere e muito menos tente fugir, isto pode gerar consequências piores.

Evadir fiscalização rodoviária é infração gravíssima. O art. 210 do Código de Trânsito prevê multa de R$ 293,47 e suspensão do direito de dirigir.

Portanto, simplesmente encoste o carro no local indicado pelo policial e desligue o motor.

Se os vidros do veículo tiverem insulfilm, ligue a luz para que possam vê-lo à noite.

Você não precisa se antecipar e ir pegando os documentos. Fique calmo e mantenha as mãos à vista, sem realizar movimentos bruscos.

Espere que o agente solicite a documentação.

Seja educado com o policial, mas lembre-se de que você não é obrigado a soprar o bafômetro.

Negar-se a soprar o bafômetro não configura crime de desobediência, portanto, não admita abusos ou maus tratos por parte da autoridade de trânsito.

Se isso acontecer, faça denúncia à Corregedoria de Polícia.

Distinguir os casos em que beber e dirigir é infração e é crime não é muito fácil para grande parte dos condutores.

Por isso, para reforçar o seu entendimento sobre a Lei Seca, veja, a seguir, o que é infração e o que é crime de trânsito, no caso da Lei Seca.

O que é considerado infração e o que é crime

Saiba o que configura crime e o que configura apenas infração de trânsito

Este tópico está destinado a resolver a dúvida entre quando dirigir embriagado é infração e quando é crime de trânsito.

Como já comentei anteriormente, para que ocorra crime de trânsito pela Lei Seca, conforme o art. 306, é necessário um dos seguintes resultados:

  • a partir de 6 decigramas de álcool por litro de sangue;
  • que o bafômetro acuse 0,3 miligramas de álcool por litro de ar alveolar.

Além do período de detenção já informado anteriormente, o condutor fica sujeito à multa, e suspensão ou proibição de obter a CNH.

Já a infração está prevista no art. 165 do CTB. Ela gera uma despesa de R$2.934,70 ao motorista autuado e a suspensão do direito de dirigir por 12 meses.

O art. 276 do CTB determina que qualquer quantia de álcool identificada no organismo do motorista é considerada infração.

Por sinal, é fundamental saber que, apesar de a lei estipular tolerância zero, o resultado do teste do bafômetro tem o que muitos chamam de “margem de erro”.

Essa margem refere-se ao desconto que deve ser dado, considerando possíveis erros na medição feita pelo aparelho.

A Resolução Nº 432/2013 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) especifica esse valor em seu art. 6º, no caso do resultado para configurar infração.

No caso do resultado necessário no teste do bafômetro para configurar crime, a informação é passada no art. 7º da resolução em questão.

Assim, ficam definidos os seguintes resultados para o enquadramento do condutor em infração ou crime de trânsito:

  • infração de trânsito – resultado igual ou superior a 0,05 mg/L;
  • crime de trânsito – resultado igual ou superior a 0,34 mg/L.

Agora, acredito que você consiga diferenciar os casos de infração ou crime por dirigir sob o efeito de álcool.

Na próxima seção deste artigo, vou informá-lo sobre os procedimentos para recorrer das penalidades aplicadas em caso de infração de trânsito.

Se você foi autuado na blitz da Lei Seca RJ, veja o que fazer para evitar a multa e a suspensão da CNH.

 

Recorrendo de Multa Recebida na Blitz da Lei Seca RJ

Uma vez recebida a multa da Lei Seca RJ, é possível recorrer e questionar o auto de infração.

Muitas pessoas pensam que não vale a pena, mas uma série de erros pode ocorrer no processo de autuação, e a identificação deles pode ser capaz de anular a multa.

A grande vantagem de recorrer da multa da Lei Seca é a economia financeira que se faz, caso as penalidades sejam canceladas.

Imagine receber quase 3 mil reais em multa, e ainda ter de pagar pelo curso de reciclagem e exame teórico.

Eu sei, e você também sabe, que muitos Departamentos de Trânsito (DETRANs) cobram taxas bastante altas pelos serviços prestados aos motoristas.

Por isso, fazer valer o seu direito de recurso é muito importante, principalmente se você depende do veículo para trabalhar e garantir o sustento de sua casa.

Cabe salientar que, no caso da Lei Seca, em que a infração é autossuspensiva, o recurso poderá ser único (contra multa e suspensão) se ambas as penalidades forem aplicadas pelo DETRAN, e o proprietário do veículo for o infrator.

Caso contrário, você pode recorrer da multa e, caso sejam indeferidos todos os seus recursos, você ainda poderá recorrer da suspensão junto ao DETRAN.

Mesmo que você precise lidar com 2 processos separadamente, ambos deverão ser compostos pelas mesmas etapas, conferindo-lhe as mesmas chances de deferimento.

Essas determinações são feitas na Resolução Nº 723/2018 do CONTRAN.

Veja, agora, quais são os passos para dar início ao recurso.

Defesa Prévia

O prazo para apresentar defesa prévia começa a contar a partir do momento em que você é autuado na blitz

Primeiramente, o motorista poderá entrar com a Defesa Prévia, no prazo de, no mínimo, 15 dias, que passam a ser contados a partir da data em que o motorista foi autuado.

O equívoco de parte dos condutores é que eles esperam receber a multa em casa e, por isso, muitas vezes, acabam perdendo o prazo para a defesa.

O prazo para Defesa Prévia começa a contar a partir do momento em que o motorista assina o auto de infração ou recebe a notificação de autuação.

Isso acontece no momento da blitz, desde que você tenha assinado o documento e seja o proprietário do veículo.

Além disso, o auto de infração, para valer como notificação de autuação, deverá apresentar a data limite para apresentação da defesa.

Essas condições obedecem ao disposto nos parágrafos 5º e 6º do art. 3º da Resolução Nº 619/2016 do CONTRAN.

É importante respeitar a questão dos prazos, pois, caso contrário, a defesa não é reconhecida, conforme estipulado pela Resolução Nº. 299/2008 do CONTRAN.

Outro fator muito importante presente nessa resolução é a lista de documentos obrigatórios que devem ser anexados à Defesa (que valem também para os posteriores recursos). Veja:

  • requerimento de defesa ou recurso
  • cópia da notificação (de autuação, de penalidade ou do auto de infração)
  • cópia da CNH, ou outro documento que comprove a assinatura do requerente
  • cópia do CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo)
  • procuração, se for o caso

A falta de um desses documentos pode ocasionar a rejeição do recurso por parte do órgão autuador.

Quando o processo é instaurado, é possível acompanhar seu andamento pela internet ou, ainda, pessoalmente, nos locais de atendimento do DETRAN RJ.

Em caso de insucesso com a Defesa Prévia, o condutor receberá, em sua residência, uma notificação de penalidade, a qual é passível de recurso.

Recurso à JARI (1ª instância)

Neste caso, o recurso irá para a JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infração).

Será possível recorrer dentro do prazo apresentado pela Notificação de Imposição de Penalidade.  Este é o chamado Recurso em 1ª Instância.

Se você perder o prazo para apresentar seu recurso em 1ª instância, conforme data indicada na notificação, não será possível recorrer na próxima fase.

Por isso, preste atenção às informações indicadas em todas as notificações.

Contudo, se você apresentou o seu recurso e, mesmo assim, a JARI indeferiu o seu requerimento, ainda será possível apresentar mais um recurso.

Recurso ao CETRAN (2ª instância)

Se for negado o recurso em 1ª Instância destinado à JARI, o motorista ainda tem o prazo para recorrer novamente, enviando Recurso em 2ª Instância.

O prazo para essa fase começa a contar a partir da decisão do recurso anterior.

Não perca as esperanças, pois muitos condutores desistem de recorrer quando a comissão anterior decide pelo indeferimento do recurso.

O recurso em 2ª instância é julgado por uma comissão diferente, o que faz com que suas chances de sucesso sejam renovadas.

Além disso, em todas as etapas, seja na defesa prévia ou nas duas instâncias recursais, procure formular argumentos técnicos.

Não formule argumentos com base em crenças ou senso comum, pois o que realmente convence as comissões é a prova de que a legislação foi descumprida pelo órgão.

Outra informação importante diz respeito às modalidades de apresentação de sua defesa e seus recursos.

É possível entregar a documentação pessoalmente, no endereço informado nas notificações entregues em sua casa.

Porém, a boa notícia é que todas as etapas de defesa e recurso podem ser apresentadas via internet, no site do DETRAN RJ.

Essa, com certeza, é uma facilitação para o motorista que deseja se defender e proteger o seu direito de dirigir.

 

Conclusão

Agora, você já sabe a importância do recurso contra as penalidades da Lei Seca

Com a leitura deste artigo, você pôde esclarecer as principais dúvidas sobre a blitz da Lei Seca RJ.

Entendeu, por exemplo, quando a ação de beber e dirigir configura crime de trânsito ou infração, e quais são as consequências de ambas as penalidades.

Aqui, você também foi informado sobre os procedimentos realizados na aplicação do teste do bafômetro e os motivos pelos quais negar a realização do teste é um direito seu.

Lembre-se de que é sempre importante estar por dentro das Leis de Trânsito, pois elas estão em constante mudança.

As blitze da Lei Seca RJ são extremamente necessárias, pois graças a elas os números de acidentes de trânsito estão diminuindo no estado, salvando milhares de vidas.

Porém, conforme você viu neste artigo, se você achar que a autuação não foi feita legalmente, é direito seu recorrer.

Principalmente porque o recurso pode livrá-lo de uma multa pesada e de 12 meses sem poder dirigir

Mas lembre-se: se beber, não dirija!

Se você ainda tem dúvidas sobre a Lei Seca ou o recurso, deixe um comentário abaixo ou entre em contato.

Gostou deste artigo?

Então, compartilhe-o com seus amigos, para que eles saibam que podem recorrer das penalidades recebidas na blitz da Lei Seca RJ.

 

Referências:

http://www.detran.rj.gov.br/_documento.asp?cod=9755

https://infraestrutura.gov.br/images/Resolucoes/Resolucao2992008_alterada.pdf

https://infraestrutura.gov.br/images/Resolucoes/(resolu%C3%A7%C3%A3o%20432.2013c).pdf

https://infraestrutura.gov.br/images/Resolucoes/Resolucao7232018.pdf

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503.htm

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Descubra o que faz um engenheiro de alimentos

Podemos dizer que o engenheiro de alimentos é um profissional que acumula uma diversidade enorme de talentos e conhecimentos.

Para exercer suas atividades, precisa ter uma boa formação em ciências exatas (matemática, física), da natureza (biologia, química) humanas (marketing, administração e da saúde (nutrição). Isso sem falar nas matérias mais tecnológicas e específicas.

Ufa, é coisa que não acaba mais!

Mas por que uma abrangência tão grande assim? Você sabe o que um engenheiro de alimentos faz, exatamente? Onde pode trabalhar?

Descubra agora mesmo!

O que faz um engenheiro de alimentos

O engenheiro de alimentos atua com a produção de alimentos em escala industrial.

Seu papel pode envolver o desenvolvimento de máquinas, técnicas e até programas de computador que melhorem o processo produtivo. Pode também criar novos produtos alimentícios, tanto de origem vegetal como animal.

Tudo isso respeitando os mais altos padrões de segurança, buscando fazer o melhor uso dos recursos e matéria-prima para alcançar o maior resultado de qualidade.

Além da fabricação em si, que vai desde a seleção da matéria-prima até o tratamento de resíduos, o engenheiro de alimentos pode atuar em toda a cadeia de produção, incluindo armazenamento, transporte e abastecimento.

Onde um engenheiro de alimentos pode trabalhar

Quem se forma em Engenharia de Alimentos encontra um mercado de atuação bem variado.

Dê uma olhada nos tipos de organização que contratam esse profissional:

  • Indústria de fármacos
  • Indústria de insumos, equipamentos e embalagens para a indústria alimentícia
  • Indústria de produtos alimentícios
  • Instituições de ensino
  • Instituições de pesquisa
  • Empresas de Serviços
  • Fiscalização e auditorias
  • Órgãos e instituições públicas

Os engenheiros de alimentos podem também atuar como consultores independentes.

O que um engenheiro de alimentos estuda?

O curso de Engenharia de Alimentos é um bacharelado com cinco anos de duração.

As disciplinas estudadas variam de acordo com a faculdade, mas geralmente seguem uma linha comum: muita física, cálculo, química e biologia, além das matérias específicas da área.

Podemos dizer que a grade curricular acompanha a complexidade e diversidade de atuação desse profissional, que para se formar precisa ainda passar por estágio supervisionado e defender um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Confira alguns exemplos do que estuda um engenheiro de alimentos:

  • Algoritmos e Programação de Computadores
  • Análise de Alimentos
  • Análise Instrumental de Alimentos
  • Análise Sensorial de Alimentos
  • Biologia (Microbiologia Básica)
  • Bioquímica de Alimentos
  • Biotecnologia de Alimentos
  • Cálculo
  • Cálculo Numérico
  • Características e Pré-Processamento de Carnes
  • Características e Pré-Processamento de Frutas, Hortaliças, Café, Cacau e Cana
  • Características e Pré-Processamento de Grãos
  • Características e Pré-Processamento de Leite e Ovos
  • Controle de Qualidade na Indústria de Alimentos
  • Desenvolvimento de Produtos e Processos
  • Economia Agroalimentar
  • Eletrotécnica
  • Embalagem de Alimentos
  • Engenharia de Bioprocessos
  • Estatística para Experimentalistas
  • Estratégias de Empresas para Engenharia
  • Fenômenos de Transporte
  • Física Geral
  • Físico-Química
  • Formulação e Avaliação de Projetos
  • Fundamentos de Cálculos em Processo
  • Geometria Analítica e Vetores
  • Higiene e Legislação
  • Instalações Industriais
  • Instrumentação e Controle
  • Laboratório de Operações Unitárias
  • Mecânica dos Materiais
  • Microbiologia de Alimentos
  • Microbiologia de Processos
  • Nutrição e Qualidade Nutricional de Alimentos
  • Operações Unitárias
  • Processos Tecnológicos
  • Processos Tecnológicos
  • Projeto Industrial
  • Química
  • Química de Alimentos
  • Química na Engenharia de Alimentos
  • Química Orgânica
  • Refrigeração
  • Segurança dos Alimentos
  • Segurança Industrial
  • Serviços de Alimentação
  • Termobacteriologia Aplicada a Alimentos
  • Termodinâmica
  • Toxicologia de Alimentos
  • Transformações Bioquímicas em Alimentos
  • Tratamento de Águas Residuárias

Engenharia de alimentos, tecnólogo em alimentos ou nutrição?

Embora trabalhem todos ligados à área de alimentação, engenheiro de alimentos, cientista de alimentos e nutricionista têm atuações diferentes.

Veja um resumão sobre o foco de cada graduação:

  • Engenharia de Alimentos: voltado ao estudo das características físicas e químicas dos alimentos com foco na fabricação, armazenamento, controle de qualidade, transporte e conservação de alimentos industrializados.
  • Tecnologia em Alimentos: curso de tecnólogo com curta duração que permite trabalhar em indústrias alimentícias, laboratórios de análises microbiológicas, empresas de logística de alimentos, hotéis e restaurantes. O tecnólogo em alimentos pode trabalhar sob a supervisão de um engenheiro, tem foco de atuação mais restrito.
  • Nutrição: estuda as propriedades dos alimentos do ponto de vista do consumo e como ajudar as pessoas a terem melhor rendimento e saúde a partir de sua alimentação. Somente nutricionistas podem prescrever dietas. Na indústria alimentícia, pode ser responsável técnico e desenvolver aquelas informações nutricionais que vimos nos rótulos.

Onde estudar

O curso de Engenharia de Alimentos não está disponível em muitas faculdades brasileiras. Ele pode ser encontrado principalmente em instituições públicas como:

  • Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT)
  • Universidade Federal de Viçosa (UFV)
  • Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
  • Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Já as graduações de Tecnólogo em Alimentos e, principalmente, Nutrição, estão disponíveis em muito mais instituições de ensino.

Entre elas, destacamos algumas que são bem avaliadas pelo MEC e oferecem facilidades como bolsas de estudos, financiamento e descontos variados.

Confira:

Veja também:

Nutrição: profissão, carreira e mercado de trabalho

O que achou do trabalho do engenheiro de alimentos? Tem a ver com você? Conte para a gente aqui nos comentários!

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Descubra o que faz um engenheiro de alimentos Publicado primeiro em https://www.guiadacarreira.com.br/

Descubra o que faz um engenheiro ambiental

A contribuição do engenheiro ambiental hoje em dia é fundamental para a nossa existência.

Como humanidade, nós já estamos devendo ao planeta, pois consumimos e exploramos os recursos a um ritmo mais acelerado do que a Terra pode aguentar.

A saída é encontrar formas de existir com menos impacto, conciliando o desenvolvimento tecnológico e social com o respeito e equilíbrio do meio ambiente.

E é exatamente aqui que o engenheiro ambiental pode nos ajudar.

Quer saber o que faz esse profissional e por que ele é tão importante? Descubra agora mesmo!

O que faz um engenheiro ambiental

Muita gente acha que o engenheiro ambiental só trabalha em meio à natureza. Isso é verdade em alguns casos, mas sua atuação é bem mais ampla.

Esse profissional pode trabalhar em qualquer atividade que cause impacto no ambiente. Portanto, vai estar presente também em áreas urbanas, ajudando a controlar a poluição e cuidando para que determinada fábrica ou usina cause o menor impacto ambiental possível, por exemplo.

No âmbito da construção civil, o engenheiro ambiental faz análise de impacto, emite laudos e é responsável por conseguir as licenças necessárias para a realização da obra, que pode ser desde um prédio residencial até um grande complexo hoteleiro, passando por usinas, pontes e estradas.

Em outra atividade que impacta todos nós, o saneamento, esse profissional pode atuar tanto nos estudos para a distribuição de água quanto no desenvolvimento de medidas para prevenir enchentes e no controle da poluição da água.

Entre suas atribuições, podemos citar:

  • Auditoria e perícia na área ambiental
  • Controle de documentação ambiental
  • Gerenciamento de áreas degradadas ou contaminadas
  • Gerenciamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos
  • Gestão de recursos hídricos
  • Implantação e gestão de sistemas de certificação ambiental em empresas
  • Licenciamento ambiental para a realização de atividades diversas
  • Monitoramento e controle de impactos ambientais
  • Realização de estudos de impacto ambiental

Resumindo bem, o engenheiro ambiental é um profissional que trabalha para que a gente tenha ar, solo e água de qualidade, sem destruir a natureza.

Onde um engenheiro ambiental pode trabalhar

O mercado de trabalho é amplo para quem se forma engenheiro ambiental.

Esse profissional pode atuar em:

  • Indústrias variadas
  • Consultoria de impacto ambiental e restauração de áreas degradadas
  • Órgãos de saneamento
  • Empresas de captação, tratamento e distribuição de água
  • Empresas de tratamento de resíduos
  • Geradoras de energia
  • Prefeituras
  • Secretarias
  • Ministério Público
  • Organizações não governamentais (ONGs)
  • Órgãos de fiscalização ambiental
  • Empresas de engenharia civil

O que um engenheiro ambiental estuda?

Para cumprir sua missão de conciliar o desenvolvimento tecnológico e social com o equilíbrio ambiental, o engenheiro ambiental estuda basicamente técnicas de preservação e conservação do meio ambiente, bem como de recuperação de impactos ambientais.

Na prática, para se formar é preciso cumprir uma carga horária intensa de matérias bem diversas, como química, física, cálculo, hidrologia, gestão e planejamento, legislação e muito mais.

O curso de Engenharia Ambiental é um bacharelado com cinco anos de duração. Para se formar, é preciso cumprir estágio e apresentar um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Veja algumas matérias que você vai encontrar no curso de Engenharia Ambiental:

  • Ações Mitigadoras de Impactos Ambientais
  • Álgebra Linear
  • Balanços de Massas e Energia
  • Biologia
  • Cálculo
  • Caracterização de Bacias Hidrográfias
  • Cartografia e Topografia Aplicadas a Estudos Ambientais
  • Ciência dos Mateiriais
  • Cinética Aplicada e Reatores
  • Climatologia Aplicada
  • Ecologia
  • Economia
  • Ecossistemas Aquáticos e Terrestres
  • Eletricidade Aplicada
  • Estatística
  • Fenômenos de Transporte
  • Física
  • Física Experimental
  • Fundamentos de Engenharia de Segurança no Trabalho
  • Geologia para Engenharia Ambiental
  • Geometria Analítica
  • Gerenciamento de Projetos Ambientais
  • Gestão Ambiental na Empresa
  • Gestão de Negócios
  • Gestão de Resíduos Sólidos
  • Hidráulica Aplicada
  • Hidrologia Aplicada
  • Impactos e Adequação Ambiental
  • Legislação Ambiental
  • Leitura e Interpretação de Desenho Técnico
  • Licenciamento Ambiental
  • Mecânica
  • Mecânica dos Sólidos
  • Métodos Numéricos e Computacionais
  • Microbiologia e Bioquímica Aplicadas
  • Modelagem Matemática Aplicada
  • Operações Unitárias e Processos
  • Planejamento Ambiental e Urbanismo
  • Poluição Ambiental
  • Química
  • Química Analítica Ambiental
  • Química Aplicada
  • Química Geral Experimental
  • Química Orgânica
  • Recuperação de Áreas Degradadas
  • Recursos Energéticos
  • Recursos Hídricos
  • Sistema de Abastecimento e Tratamento de Água
  • Sistemas de Informações Geográficas
  • Solos
  • Termodinâmica Aplicada
  • Tratamento de Águas Residuárias

Engenharia Ambiental ou Gestão Ambiental: qual curso escolher?

Além da Engenharia Ambiental, existe outro curso disponível para quem quer trabalhar na área. O tecnólogo em Gestão Ambiental.

Com bem menos tempo de duração e formação mais focada nas demandas do mercado, esse curso superior forma profissionais que vão atuar basicamente nos mesmos segmentos do engenheiro ambiental.

A diferença aqui é que somente quem fez o bacharelado em Engenharia Ambiental pode ser responsável por algumas atividades e assinar determinados projetos.

A sua decisão, aqui, depende de quanto tempo você tem disponível para se formar e que atividades pretende exercer.

Onde estudar

Seja no bacharelado em Engenharia Ambiental ou no tecnólogo em Gestão Ambiental, uma boa faculdade faz muita diferença na hora de ingressar no mercado de trabalho.

Aqui, a gente dá o caminho das pedras.

Selecionamos faculdades de Engenharia Ambiental e Gestão Ambiental que são reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC), obtiveram notas altas na avaliação de sua qualidade de ensino e ainda oferecem vantagens como bolsas e financiamentos sem burocracia para quem quer estudar, mas está com o bolso apertado.

Confira agora mesmo:

Veja também:

Tudo sobre o tecnólogo em gestão ambiental

O que achou do trabalho do engenheiro ambiental? Tem a ver com você? Conte para a gente aqui nos comentários!

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Descubra o que faz um engenheiro ambiental Publicado primeiro em https://www.guiadacarreira.com.br/

Descubra quanto ganha um engenheiro agrônomo

O engenheiro agrônomo desempenha um papel fundamental na economia brasileira.

Atualmente, produtos agropecuários são responsáveis pela metade das exportações do país. Sem contar que representam mais de 20% do nosso Produto Interno Bruto (PIB).

Por desenvolver técnicas e estudos capazes de aumentar a produtividade da agricultura e da pecuária, o engenheiro agrônomo está com tudo no mercado de trabalho, com salários bem interessantes.

Veja agora mesmo quanto ganha um engenheiro agrônomo e onde estudar para seguir essa carreira!

Quanto ganha um engenheiro agrônomo

Em nossas pesquisas, encontramos diversas fontes e faixas de remuneração para o cargo de engenheiro agrônomo.

Vamos reunir tudo aqui para você avaliar e tirar suas próprias conclusões.

De acordo com o site de empregos Catho, cujo levantamento é feito a partir dos anúncios de vagas em sua plataforma, a remuneração média oferecidas a engenheiros agrônomos é de R$ 5 mil, aproximadamente. A pesquisa mais recente disponível se baseia em ofertas nos estados de São Paulo e Paraná.

Já a plataforma Trabalha Brasil traz um panorama mais completo, com faixas salariais de acordo com a experiência do profissional e o porte da empresa contratante. Segundo esse levantamento, temos a seguinte remuneração média aproximada para o engenheiro agrônomo:

Quanto ganha o engenheiro agrônomo em empresas de pequeno porte

  • Trainee: R$ 2.500
  • Júnior: R$ 3.200
  • Pleno: R$ 4.000
  • Sênior: R$ 5.000
  • Máster: R$ 6.200

Quanto ganha o engenheiro agrônomo em empresas de médio porte

  • Trainee: R$ 3.300
  • Júnior: R$ 4.000
  • Pleno: R$ 5.200
  • Sênior: R$ 6.400
  • Máster: R$ 8.00

Quanto ganha o engenheiro agrônomo em empresas de grande porte

  • Trainee: R$ 4.300
  • Júnior: R$ 5.400
  • Pleno: R$ 6.700
  • Sênior: R$ 8.400
  • Máster: R$ 10.400

Para concluir, vamos ver o levantamento do Salário.com.br, realizado a partir dos dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com mais de 2.800 salários em regime CLT.

Aqui, a média brasileira fica em torno de R$ 7.500, com piso de aproximadamente R$ 6.800 e teto de R$ 19.100.

Ainda de acordo com essa pesquisa, os estados com melhor média salarial para engenheiros agrônomos são:

  • Distrito Federal: R$ 14.056
  • Ceará: R$ 11.258
  • Sergipe: 10.919
  • São Paulo: R$ 9.301
  • Goiás: R$ 8.018

Se o seu lance é buscar uma vaga de engenheiro agrônomo em órgãos públicos, saiba que há salários bem interessantes nessa esfera.

Algumas das entidades que costumam abrir concurso para engenheiros agrônomos são:

  • Prefeituras
  • Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)
  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
  • Agência Nacional das Águas (ANA)

Quem conquistar uma vaga no MAPA ou na ANA, por exemplo, pode ter salários-base a partir de R$ 15 mil.

Como se tornar um engenheiro agrônomo

Para atuar como engenheiro agrônomo só tem um caminho: cursar a faculdade de Agronomia (Engenharia Agronômica) em faculdade reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) e obter o registro profissional no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

O curso de Agronomia é um bacharelado que dura cinco anos e está disponível em faculdades públicas e privadas de todo o Brasil.

Para ingressar no curso, uma boa pedida é fazer o Enem.

Como Enem você pode usar seu desempenho para:

  • Concorrer a uma vaga de Agronomia pelo Sisu, que seleciona estudantes para universidades públicas e institutos federais.
  • Tentar uma bolsa de estudos pelo ProUni, que oferece bolsas parciais e integrais em cursos bem avaliados pelo MEC, inclusive Agronomia.
  • Disputar um financiamento a juros baixos para pagar o curso de Agronomia usando o FIES.
  • Entrar na faculdade particular de Agronomia sem fazer vestibular, usando o sistema de ingresso direto.

O curso de Agronomia está disponível em faculdades como:

Alternativa ao curso de Engenharia Agronômica

A gente sabe que nem todo mundo tem condições de fazer uma faculdade de cinco anos, seja porque tem pressa em entrar no mercado de trabalho, seja porque não tem fôlego financeiro para se dedicar tanto tempo aos estudos.

Felizmente, existe um curso superior de menor duração para quem quer trabalhar com agronomia, o tecnólogo em Agronegócios.

Com duração que varia entre 2 e 3 anos, o curso de Gestão do Agronegócio, como também é chamado, é fortemente calcado nas necessidades do mercado e forma profissionais aptos a suprir a demanda por gente qualificada nesse setor tão importante da economia.

A área de atuação do tecnólogo em agronegócio é mais restrita do que a do engenheiro. Mas isso não significa que não tenha belas oportunidades para quem seguir se qualificando.

De acordo com a plataforma Trabalha Brasil, um tecnólogo em agronegócio em início de carreira ganha entre R$ 1.600 e R$ 2.700, dependendo do porte da empresa contratante. Já quem tem mais experiência pode receber entre R$ 3.800 e R$ 6.500.

Tem interesse?

Então veja aqui algumas ótimas faculdades que oferecem o curso de tecnólogo em Agronegócio, todas reconhecidas pelo MEC e com facilidades como bolsas de estudos e financiamentos sem burocracia:

Veja também:

Descubra quanto ganha um administrador

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